Esta formação é para executivos de Manaus cuja empresa começou a conversar com o exterior: um fundo de private equity no data room, um grupo estrangeiro que assumiu o controle, o primeiro distribuidor fora do país. As aulas são individuais, online e ao vivo.
Nesses casos, o inglês chega com data marcada. A due diligence tem cronograma. O novo controlador pede o reporting package em inglês a partir do próximo fechamento. A aula se organiza em torno desse calendário, com o seu material real.
O ponto de partida é o intermediário: quem lê e-mails e acompanha uma reunião, mas ainda não conduz uma.
A Zona Franca de Manaus concentra operações de Samsung, Honda, LG e centenas de empresas com incentivos fiscais federais. Executivos locais negociam com headquarters na Coreia do Sul e no Japão, com demanda constante por inglês técnico em manufacturing e supply chain.
Inglês para quem trabalha com eletroeletrônicos em Manaus
Fábricas de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e duas rodas no Brasil dependem de componentes asiáticos e de engenharia de produto em outro continente. Em Manaus, o inglês do setor aparece no lançamento de produtos com a matriz, na disputa por alocação de componentes e na explicação das regras brasileiras de produção e certificação.
Novo produto com a engenharia global
O centro de desenvolvimento na Ásia ou na Europa libera um novo produto e a fábrica brasileira tem doze semanas para rodar o lote piloto. Nas calls, você discute lista de materiais, adaptação à norma local e o plano de testes de linha.
Explicar a regra brasileira à matriz
A matriz não entende por que a fábrica precisa cumprir etapas mínimas de produção local e certificações brasileiras antes de vender. Você traduz a regra em custo, prazo e risco, e propõe como encaixá-la no cronograma global.
Inglês para quem trabalha com bioeconomia amazônica em Manaus
Açaí, castanha, óleos vegetais e ativos para cosméticos saem da Amazônia para compradores nos Estados Unidos, na Europa e no Japão. Em Manaus, quem lidera negócios da bioeconomia usa inglês com importadores, fundos de impacto e parceiros de pesquisa, que pedem dados de origem, repartição de benefícios e previsão de volume.
Contrato com empresa de cosméticos
Uma empresa europeia de cosméticos quer um ativo amazônico exclusivo por cinco anos. A negociação envolve volume, exclusividade, repartição de benefícios com as comunidades e as regras brasileiras de acesso ao patrimônio genético.
Safra menor e cliente internacional
A safra do açaí veio menor e o importador nos Estados Unidos conta com o volume do contrato para o verão dele. Você precisa avisar cedo, propor alternativas de embarque e preservar a relação para o próximo ano.
Quando a empresa de Manaus começa a falar com o exterior
Due diligence com fundo estrangeiro
Apresentar a management presentation e responder às perguntas do data room sobre números, premissas e governança, sem depender de intérprete.
Primeiro contrato fora do Brasil
Apresentar proposta, negociar condições com distribuidor ou cliente estrangeiro e sustentar o follow-up por e-mail.
Palco internacional
Painel ou conferência setorial: dez minutos de apresentação, o Q&A e o networking que vem depois.
Missão comercial ou road show
Uma sequência de reuniões com potenciais clientes ou investidores: apresentar a empresa várias vezes ao dia, ajustando a mensagem a cada interlocutor.
Competências para investidor, controlador e conselho estrangeiro
Corporate governance vocabulary
Usar com propriedade a terminologia de conselho, comitês e compliance.
First international deal
Negociar o primeiro contrato de venda ou distribuição fora do Brasil.
Hiring and onboarding in English
Entrevistar, contratar e integrar profissionais estrangeiros.
Vendor and licensing negotiation
Negociar com fornecedores estrangeiros de tecnologia, equipamento ou licença.
Vocabulário de investimento, aquisição e governança
Opinião dos alunos
"Precisava aprofundar meu inglês, mas sem tempo para conceitos básicos. A metodologia fez sentido. Trabalhamos temas práticos do meu cotidiano e vi a diferença rapidamente."
"A Clara estrutura objetivos claros: 1 mês, 3 meses, 1 ano. Me fez visualizar metas tangíveis e evoluir de verdade. Aprendi a colocar ideias na mesa com vocabulário estratégico. Indico de olhos fechados."
"Fiz um intensivão para a entrevista executiva com um dos cofundadores. Passei! Em poucos meses, evolução gigantesca na confiança e no vocabulário que uso com mais de 28 países."
"Buscando no LinkedIn encontrei a Clara e essa metodologia de fato mudou minha vida. Tive mecanismos que me ajudaram a conseguir utilizar esse inglês no meu trabalho e minha evolução foi perceptível para outras pessoas."
Sobre Clara Ferreira
Ex-advogada formada pela UFMG, Clara Ferreira atuou em Direito Internacional negociando contratos em inglês até 2022. Há 7 anos conduz treinamento de inglês executivo, e o Método IMPACT nasceu desse recorte: profissionais tecnicamente fortes que precisam defender posição, negociar e apresentar em inglês.
- ✓ Mais de 100 executivos atendidos, a maioria C-level ou diretores
- ✓ Experiência própria em negociação de contratos internacionais
- ✓ Aulas construídas a partir das suas reuniões, e-mails e apresentações reais
Próximo passo: diagnóstico executivo
Uma conversa de até 30 minutos, sem compromisso, para medir seu ponto de partida e definir prioridades e frequência para o seu cargo. Se preferir avaliar antes, a faixa de investimento está em quanto custam as aulas executivas.
Agendar diagnóstico executivoPerguntas frequentes sobre inglês para executivos em Manaus
- Como as aulas se adaptam ao contexto da Zona Franca de Manaus?
- Pela pauta da semana: a call com a matriz coreana ou japonesa sobre volume e custo, a auditoria de compliance do incentivo fiscal e o relatório de produção para a regional. Quem lidera planta ou supply chain na Zona Franca traz esses documentos, e a aula simula a reunião seguinte, com o vocabulário de manufacturing que a matriz usa. Veja primeira reunião com a matriz.
- As aulas ajudam a explicar à matriz as exigências de produção e certificação do Brasil?
- Ajudam. A aula trabalha como transformar a regra em impacto de negócio: custo, prazo, risco e alternativa, nessa ordem. Você traz o e-mail ou a apresentação que vai enviar à matriz, e o texto sai da aula pronto para uso. Veja também como estruturar um executive briefing para quem decide em outro fuso.
- As aulas preparam para apresentar um negócio da bioeconomia a investidores estrangeiros?
- Preparam. Tese do negócio, indicadores socioambientais, repartição de benefícios e projeção de volume entram nas aulas a partir do seu deck real. O cuidado é evitar a frase genérica sobre sustentabilidade, porque investidor desse perfil pergunta pelo dado e pela fonte. Veja também como as aulas tratam a captação com fundos de investimento.
- Como funciona o diagnóstico executivo?
- É uma conversa de até 30 minutos, sem compromisso, agendada pelo WhatsApp, em que a Clara entende seu cargo, o próximo compromisso em inglês e o seu nível. Dali saem ponto de partida, prioridades e frequência. A proposta de investimento vem depois, com base nessa frequência.
- Quanto custa a formação?
- O valor depende da frequência semanal definida no diagnóstico. A faixa está publicada na página de investimento em aulas executivas. A proposta chega depois do diagnóstico, já com a frequência combinada para o seu objetivo e o seu prazo.
- A empresa foi adquirida por um grupo estrangeiro. As aulas ajudam na integração?
- Ajudam. Reporting package, reuniões com o novo chefe, apresentação ao comitê do grupo e alinhamento de metas entram nas aulas a partir dos seus documentos. O conteúdo acompanha o calendário da integração. Veja também como construir credibilidade com um novo chefe estrangeiro.
- Como funciona a garantia?
- A garantia é de 30 dias. Se nesse período você não ficar satisfeito com a metodologia, o valor pago é devolvido integralmente. É o tempo de avaliar, com aulas reais, se o formato funciona na sua agenda e no seu objetivo.
Outras cidades no contexto Capital em expansão
Executivos em cidades próximas costumam buscar a mesma adaptação setorial.