Esta formação é para executivos de Goiânia cuja empresa começou a conversar com o exterior: um fundo de private equity no data room, um grupo estrangeiro que assumiu o controle, o primeiro distribuidor fora do país. As aulas são individuais, online e ao vivo.
Nesses casos, o inglês chega com data marcada. A due diligence tem cronograma. O novo controlador pede o reporting package em inglês a partir do próximo fechamento. A aula se organiza em torno desse calendário, com o seu material real.
O ponto de partida é o intermediário: quem lê e-mails e acompanha uma reunião, mas ainda não conduz uma.
Goiânia concentra escritórios e operações do agronegócio goiano. A Cargill mantém fábrica e centro de distribuição na capital, e a Bunge tem ali escritório comercial, com contratos, metas e reporting definidos por matrizes no exterior.
Inglês para quem trabalha com saúde e hospitais em Goiânia
Hospitais e clínicas de referência compram equipamentos de fabricantes estrangeiros, participam de pesquisa clínica internacional e buscam acreditações com padrões globais. Em Goiânia, o inglês da gestão em saúde aparece na visita de avaliadores, na negociação de contratos de equipamento e na apresentação de casos e resultados em congressos.
Visita de acreditação internacional
Avaliadores estrangeiros passam uma semana no hospital acompanhando o percurso de pacientes e entrevistando gestores. Você explica protocolos, indicadores de segurança e planos de melhoria diretamente aos avaliadores, sem intérprete.
Contrato de equipamento com fabricante
O hospital vai comprar um equipamento de imagem ou um robô cirúrgico, e o contrato inclui manutenção, peças e treinamento. Você negocia disponibilidade garantida, tempo de resposta do suporte e preço dos consumíveis com o time regional do fabricante.
Inglês para quem trabalha com varejo e atacado em Goiânia
Redes de varejo e atacadistas regionais importam produtos, desenvolvem marca própria com fabricantes estrangeiros e negociam franquias de marcas de fora. Em Goiânia, o inglês do setor aparece na viagem técnica a feiras internacionais de varejo, na negociação com fabricantes da Ásia e na mesa com o time internacional de uma marca.
Viagem técnica à feira de varejo
A diretoria vai a Nova York para a maior feira de varejo do ano e para visitas a lojas. Você quer sair de cada estande com contato qualificado, respostas sobre casos reais e uma reunião marcada, e não só com catálogo na mão.
Marca própria com fabricante asiático
A rede quer lançar uma linha de marca própria fabricada na Ásia. Você negocia especificação, embalagem em português, pedido mínimo e prazo, e acompanha as amostras até a aprovação final do time de qualidade.
Quando a empresa de Goiânia começa a falar com o exterior
Primeiro conselheiro estrangeiro
Conduzir pauta, discussão e ata de conselho quando parte do board não fala português.
Primeiro contrato fora do Brasil
Apresentar proposta, negociar condições com distribuidor ou cliente estrangeiro e sustentar o follow-up por e-mail.
Palco internacional
Painel ou conferência setorial: dez minutos de apresentação, o Q&A e o networking que vem depois.
Fornecedor estrangeiro de tecnologia
Negociar licenciamento, implantação e suporte com um fornecedor estrangeiro de tecnologia ou equipamento.
Competências para investidor, controlador e conselho estrangeiro
Corporate governance vocabulary
Usar com propriedade a terminologia de conselho, comitês e compliance.
First international deal
Negociar o primeiro contrato de venda ou distribuição fora do Brasil.
Hiring and onboarding in English
Entrevistar, contratar e integrar profissionais estrangeiros.
Vendor and licensing negotiation
Negociar com fornecedores estrangeiros de tecnologia, equipamento ou licença.
Vocabulário de investimento, aquisição e governança
Opinião dos alunos
"Precisava aprofundar meu inglês, mas sem tempo para conceitos básicos. A metodologia fez sentido. Trabalhamos temas práticos do meu cotidiano e vi a diferença rapidamente."
"A Clara estrutura objetivos claros: 1 mês, 3 meses, 1 ano. Me fez visualizar metas tangíveis e evoluir de verdade. Aprendi a colocar ideias na mesa com vocabulário estratégico. Indico de olhos fechados."
"Fiz um intensivão para a entrevista executiva com um dos cofundadores. Passei! Em poucos meses, evolução gigantesca na confiança e no vocabulário que uso com mais de 28 países."
"Buscando no LinkedIn encontrei a Clara e essa metodologia de fato mudou minha vida. Tive mecanismos que me ajudaram a conseguir utilizar esse inglês no meu trabalho e minha evolução foi perceptível para outras pessoas."
Sobre Clara Ferreira
Ex-advogada formada pela UFMG, Clara Ferreira atuou em Direito Internacional negociando contratos em inglês até 2022. Há 7 anos conduz treinamento de inglês executivo, e o Método IMPACT nasceu desse recorte: profissionais tecnicamente fortes que precisam defender posição, negociar e apresentar em inglês.
- ✓ Mais de 100 executivos atendidos, a maioria C-level ou diretores
- ✓ Experiência própria em negociação de contratos internacionais
- ✓ Aulas construídas a partir das suas reuniões, e-mails e apresentações reais
Próximo passo: diagnóstico executivo
Uma conversa de até 30 minutos, sem compromisso, para medir seu ponto de partida e definir prioridades e frequência para o seu cargo. Se preferir avaliar antes, a faixa de investimento está em quanto custam as aulas executivas.
Agendar diagnóstico executivoPerguntas frequentes sobre inglês para executivos em Goiânia
- Em Goiânia, o inglês do agro fica no escritório comercial ou chega à fábrica?
- Chega aos dois, com usos diferentes. No escritório comercial, entram contratos de grãos, metas e reporting para matrizes no exterior, além de calls com traders. Na fábrica e na distribuição, o inglês aparece em auditorias corporativas, padrões de qualidade e sistemas globais. Em Goiânia, a Cargill tem fábrica e centro de distribuição, e a Bunge tem escritório comercial. A aula parte do contrato, do relatório ou da auditoria da semana. Veja financial reporting em inglês.
- As aulas atendem diretores de hospital, ou só médicos que vão a congressos?
- Atendem os dois perfis, com conteúdos diferentes. O diretor trabalha acreditação, contratos com fabricantes e relação com patrocinadores de pesquisa. O médico foca apresentação de casos, discussão científica e networking em congressos. O ponto de partida de cada um sai do diagnóstico executivo. Veja o que as aulas cobrem para médicos e profissionais de saúde.
- Vale se preparar em inglês antes de uma viagem técnica a feira de varejo?
- Vale, desde que a preparação comece com antecedência e use a sua agenda real: estandes que você quer visitar, perguntas para cada fornecedor e o roteiro de follow-up. As aulas simulam a abordagem, a conversa técnica e o pedido de reunião, para que a viagem termine com negócios encaminhados. Veja como as aulas trabalham networking em inglês.
- A empresa vai receber um investidor estrangeiro em poucos meses. Dá tempo de se preparar?
- Depende do ponto de partida, avaliado no diagnóstico. Para um evento com data existe o sprint de 3 meses, com até 5 sessões semanais focadas na management presentation, no Q&A e no vocabulário de M&A e due diligence. O conteúdo usa os documentos do próprio processo.
- Como funciona o diagnóstico executivo?
- É uma conversa de até 30 minutos, sem compromisso, agendada pelo WhatsApp, em que a Clara entende seu cargo, o próximo compromisso em inglês e o seu nível. Dali saem ponto de partida, prioridades e frequência. A proposta de investimento vem depois, com base nessa frequência.
- Quanto custa a formação?
- O valor depende da frequência semanal definida no diagnóstico. A faixa está publicada na página de investimento em aulas executivas. A proposta chega depois do diagnóstico, já com a frequência combinada para o seu objetivo e o seu prazo.
- Consigo me preparar para uma reunião de conselho com conselheiros estrangeiros?
- Sim. A aula trabalha pauta, apresentação de resultados, discussão de riscos e vocabulário de governança, com simulação das perguntas dos conselheiros. Para a estrutura da apresentação, veja apresentação em inglês para board.
Outras cidades no contexto Capital em expansão
Executivos em cidades próximas costumam buscar a mesma adaptação setorial.